"A surprising, intelligent, provocative and rewarding musical experience; we're lucky that there are musicians out there showing this sort of disregard for boundaries and prohibitions" Gonçalo Frota in Songlines “The interpretation is superb. It brings together top singers in the repertoire (...) "La Spinalba" (Naxos), also by Os Músicos do Tejo - was one of the best selling albums of the year. Maria Augusta Gonçalves, 15 de Dezembro de 2002
“The direction of Marcos Magalhães in particular is near exemplary, with beautifully judged tempos that are neither forced not exaggerated, yet are at the same time informed by well sprung rhythms and a truly idiomatic feel for the style. Both the continuo playing and ornamentation of da capos are an object lesson on how to do such things. (…) Praise, too, to the all-Portuguese cast, who are likely to be unknown to most listeners.” – Brian Robins “La orquestación es estricta y funcional, basada en las cuerdas, con un tratamiento igualmente eficaz de los recitativos. La versión es autorizada, higiénica, cuidadosa y sometida, con evidencia, a las órdenes de un especialista como el maestro Magalhaes. Tanto la pequeña masa orquestal como las voces comprometidas se oyen con agrado y ponen con solvencia sus manos —y sonidos— a la obra.” – Blas Matamoro, SCHERZO
“No Grande Auditório da Gulbenkian, a poucos dias do natal do ano passado, foi inevitável a entrega à proposta, acompanhar a história, assumindo que a essência da música portuguesa (da música), a sua riqueza, é essa capacidade de assimilar saber – saberes – de todas as eras e todos os quadrantes, e de os transmitir, partilhar. Porque também é assim que a memória do mundo se transmite.(...) Passado um ano sobre o espetáculo, permanecem momentos inesquecíveis: Ana Quintans, nas árias de Francisco António de Almeida, em Alain Oulman ou em Madredeus, o seu duo com Ricardo Ribeiro na Cantiga de Santa Maria, ou Ricardo Ribeiro na canção de Abou-Khalil. No final, uma certeza – mais do que fado, há “isto”.” – Maria Augusta Gonçalves, JL, 27 de Fevereiro de 2018 This proved to be an unexpected pleasure as much for the high quality of performance throughout as well as the wide range of music included. Few of us will be aware of the range of Portuguese music and so the twenty tracks on the cd offer a valuable insight into the range of music which came out of the country over the last three hundred years. The Fado items are a delight, sitting comfortably alongside composed works by eighteenth century composers Palomino and da Silva Leite, and living composers Carlos Goncalves and Pedro Ayres Magalhaes. Most of the tracks may be short but the balance between them means that the programme flows without any uncomfortable jumps. © 2018 Lark Reviews

“O imaginativo programa To Play or Not to Play (…) surpreendeu pela forma como conseguiu conciliar num percurso coerente, excertos de obras de Shakespeare (…) e géneros e estilos musicais tão diversos como páginas de Byrd, Gibbons, Dowland, Lawes e Purcell, 'música de taberna' e árias da opera cómica Falstaff, de António Salieri (..) as intervenções de Marcos Magalhães e Marta Araújo ao cravo foram plenas de energia rítmica (…) mas o herói do concerto foi o baixo João Fernandes, detentor de extraordinárias capacidades como cantor e actor (…) e de uma versatilidade que lhe permite saltar de umas personagens para as outras com grande naturalidade, abordar distintos estilos musicais e transmitir uma ampla gama de emoções: do cómico à mais tocante profundidade. Foi também um concerto diferente pelos elementos teatrais e de movimentação cénica, com os instrumentistas a levantar-se dos seus lugares perto do final para cantar a balada Tom O’Bedlam, antes da última impressionante intervenção de João Fernandes num excerto de Henry VI.” Cristina Fernandes in Público


“(...) Apresentou trunfos de grande calibre, como um sólido baixo, onde pontificam Paulo Gaio lima no violoncelo, Marta Araújo no cravo e um excelente naipe de fagotes, umas trompas sólidas que souberam dosear timbres e sonoridades, belíssimas flautas e um belo naipe de oboés, liderado pelo excepcional Pedro Castro.” – Henrique Silveira


“Under Marcos Magalhães, the musicians perform with stylistic distinction and pleasing clarity. The entire cast seems to grasp the demands os the style.” – David Schengold, Opera Outubro 2013


“Magalhães mène sa barque avec une subtilité enjouée et la complicité d’un excelente plateau vocal (João Fernandes, Ana Quintas et Carlos Mena en tête).” – Diapason, Sophie Roughol


“A interpretação de Marcos Magalhães foi sempre doce, privilegiando a suavidade em detrimento da aspereza ou violência, o que, no caso de Gluck, é quase sempre acertado.” – Henrique Silveria


“Reproducing with admirable fidelity the sound ambience of those concerts, the CD presents the entire show.” Público


"João Fernandes put his powerful bass voice and remarkable dramatic talent at the service of a charismatic Cecco (...)" – Cristina Fernandes, Jornal Público


“This edition is a sign of an extremely important dynamic in Portuguese music of these times. Marcos Magalhães, harpsichord-player and great pioneered of the project, is the responsible for artistic direction and for much of the part of the work.” – Pedro Boléo, Público, 28 de Dezembro 2008


"Vocally, Don Pietro (João Fernandes) is a creation of the highest rank." Bernardo Mariano – Diário de Notícias


“Since the release of Sementes do Fado, disc very well received by the critic, in 2007, Os Músicos do Tejo have kept alive the search for connections, in the music, between the Portuguese baroque and the origins of Fado.” – Nuno Pacheco, Público, 17 de Dezembro de 2016


“The instrumental parts are nicely played. Overall the vocal parts receive equally good performances.” – Johan van Veenm, Musica Dei donum, 29 de Maio de 2016


“Os Músicos do Tejo directed by Marcos Magalhães, who has made an extremely interesting journey of research and repertoire presentation of ancient music.” – Pedro Boléo – Público, 1 de Maio de 2012


“Os Músicos do Tejo proved once again that it is possible to do Baroque Opera in Portugal with quality and stylistic consciousness.” – Cristina Fernandes, Público, 24 Novembro 2009


“The Orchestra of Os Músicos do Tejo, well directed by Marcos Magalhães, demonstrated the qualities of sonority, stylistic immersion and cohesion that made it a reference in the national panorama of Ancient Music.” – Manuel Pedro Ferreira, Público, 16 de Maio de 2011


"A interiorização e caracterização das personagens torna o espectáculo muito vivo e convicente. Uma Spinalba Entusiasmente. Em suma um projecto ambicioso com óptimos resultados que merecia a reposição em outras salas do país.Cristina Fernandes, in jornal Público


"Entre os intérpretes, sobressai o baixo João Fernandos no papel do vaidoso e ridículo galã Dom Pietro.(...) A equipa dos Músicos do Tejo provou mais uma vez que é posível fazer ópera barroca em Portugal com qualidade e consciência estilística." Cristina Fernandes, in jornal Público


"Arrisco afirmar que é a mais conseguida realização de uma ópera barroca portuguesa a que, até hoje, assisti. Uma encenação esquemática de rara eficácia" Jorge Calado, in Expresso


"Produção de alto nível dos Músicos do Tejo Manuel Pedra Ferreira, in jornal Público


"De pouco fazer muito, eis o que poderia bem ser o lema da produção da Spinalba que vimos no CCB. Impecável execução musical e inesgotável invenção cénica" Bernardo Mariano, in Diário de Notícias


"Ana Quintans, finalmente num papel à sua medida. A ária "Un Cor,ch'ha per costume" foi galvanizadora" Jorge Calado in Expresso